quinta-feira, agosto 31, 2023

Amigo coluna semanal da jornalista Marli Gonçalves


 

AMIGO

MARLI GONÇALVES
Amigo é muito mais que coisa para se guardar debaixo de sete chaves, dentro do coração, do lado esquerdo do peito. A palavra amigo está tão desgastada que a gente sai por aí dizendo que tem muitos, milhares, pelas redes sociais. Não é verdade.

Hoje escrevo sobre e para um amigo perdido que, como diz a canção, um dia volto a encontrar, não sei como, não sei onde, e embora ele nunca tenha sido mesmo perdido, simplesmente por morar em mim. Vocês já tiveram um amigo mais do que especial? O meu partiu há exatos 30 anos, 25 de agosto de 1993, e não houve sequer um dia nesse tempo que não tenha pensado nele, acredite. Vou nomear, porque se você aí também o conheceu vai lembrar dele, entender, apoiar o valor que dou a ter podido viver uma parceria assim durante a vida. Chamava-se Edison Dezen, e até no nome já trazia o paraíso, o Éden. O lugar que imaginamos em sonhos para onde vão as pessoas boas.

Quando temos um amigo verdadeiro, aprendi, conseguimos poderes mágicos como a telepatia, a linguagem do olhar; um cúmplice, para o bem e para o mal, em uma relação onde nunca falta apoio, consideração, e até mesmo o perdão. Essa forma de amor sublime, sólida, e até posso estar enganada, mas que vejo mais firme do que qualquer relação amorosa ou sexual.

Sentimos saudade com a ausência, não só por aquele egoísmo básico que muitas vezes faz até com que prendamos o espirito da pessoa, tentando amarrá-la na Terra junto a nós, mesmo quando não há mais chances, mais cura, e que é preciso deixar ir. Dor que já senti depois muitas outras vezes, aprendida duramente com tantas perdas vida afora, e a partir justamente de acompanhar a agonia desse amigo no leito de um hospital. Antes de ir, assim, ainda me ensinou muitas coisas além de lidar melhor com o dia a dia desse ambiente cruel, montanha-russa. Nos corredores, aprendi como algumas famílias podem ser tão desunidas, hostis, desumanas, e como o interesse financeiro pode se sobrepor a qualquer consideração por quem ali está.

Pude ainda, e comemoro ao longo desses anos, trazer comigo pela estrada da vida outras amigas e amigos solidários comuns que tínhamos, e com os quais hoje divido a dor dessa ausência; eles estão espalhados por aí e a sentem, testemunhas de quanto todos nós perdemos, todos, disse e enfatizo, porque Dezen fez muito pelo nosso país também. Do cuidado com São Paulo na Paulistur, hoje chamada SPTuris, nas Campanhas das Diretas Já quando reuniu aquele tanto de seus amigos e artistas admiráveis, como o Bituca Milton Nascimento e outros tantos. No amor dedicado a Elis Regina que fez com que um de seus últimos pedidos a nós fosse ser enterrado perto dela, e ali está, à sombra de um belo suinã e suas flores vermelhas, no Cemitério do Morumbi, pedido que conseguimos cumprir com a união de todos. Entre seus últimos trabalhos geniais está o que fazia com Ayrton Senna que, por coincidência, morto em 94, meses depois, também descansa no mesmo campo santo. Seria preciso muito espaço para fazer uma biografia mínima deste que deu a mão para muitos que estão aí e talvez agora nem se lembrem mais disso, da sua grandiosa generosidade.

Daqui, cuido dos anjos de sua coleção. Lembro dos nossos vira-latas que criávamos livres em Ilhabela, Banzai, o Capitão, e que tantas vezes nos tiraram daqui de São Paulo plena madrugada, correndo a longa estrada, preocupados que estávamos com eles. Recordo agora mesmo das nossas conversas na praia em noites geladas quando avistávamos seres de outros planetas, espíritos de outros tempos. Ou nos divertíamos caçando latas caídas de algum Solana Star.

Hoje eu precisava dedicar e escrever pelo menos um pouco sobre ele, o Amigo, pela data, pela saudade, e porque a cada dia mais – embora tenha muitos amigos e amigas que sei que verdadeiramente gostam de mim - sinto e expresso assim também a enorme falta de outros que se foram, levando pequenos pedacinhos ou grandes momentos. Perdidos em pandemias e epidemias. De alguns que nem sei mais onde andam. De um ou outro que bem sei onde andam, mas não entendo como puderam me esquecer. Dos que até inesperadamente me comprovam que estão por perto, mesmo sem estar; basta que eu peça socorro que se aproximam.
... “quem cantava chorou ao ver o seu amigo partir. Mas quem ficou, no pensamento voou. Com seu canto que o outro lembrou. E quem voou no pensamento ficou. Com a lembrança que o outro cantou... O que importa é ouvir a voz que vem do coração...”
(Dedicado a Edison Dezen e a todos que conhecem o real valor de uma amizade)
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MARLI GONÇALVES – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

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domingo, agosto 27, 2023

Sou Churro o melhor do Vale oferece opções e deliciosos sabores









 

Bateu aquela fominha e a vontade de comer uma sobremesa deliciosa feita com muito carinho e amor.

Venha conhecer a Sou Churro que traz para São José dos Campos, uma das maiores variedades em recheios e coberturas , para quem gosta deste doce com gostinho de infância.

Além dos tradicionais churros, eles possuem um cardápio variado de salgados  assados e aquele delicioso pastel de feira, com sabores inigualáveis, como o de carne seca, queijo e pizza, acompanhada por um caldo de cana estupidamente gelada.

Experimentamos o caldo de cana e os pastéis de carne seca e de queijo que são simplesmente deliciosos e a massa sequinha. 

Já para quem gosta do famoso Açaí, a Só Churro, também atende aos fãs desta iguaria muito procurada na época do calor, principalmente.

A Só Churro está localizada na rua Orós, 545, no bairro Palmeiras de São José, próximo ao PS do Parque Industrial.

Você também pode receber no conforto da sua casa através do Delivery on Line  (12) 98284-1113

Siga a pagina no Instagram do @souchurro e fique por dentro das novidades!

terça-feira, agosto 22, 2023

Ricardo Celebrante diretamente para o portal Celebridades In Foco



 

Acredita-se que a cerimônia de casamento seja um dia único e inesquecível, que deve ser a verdadeira expressão do amor e união do casal.

Com uma abordagem harmoniosa e fluida, Ricardo Celebrante oferece uma perspectiva única para garantir que cada momento seja inesquecível para todos os envolvidos. 

Celebração personalizada com amor e dedicação em cada evento, para que seja memorável e indiscutivelmente uma cerimônia perfeita para o casal.


Ricardo Celebrante 

www.RicardoCelebrante.com.br

@ricardo.celebrante 

62 98161-7030

segunda-feira, agosto 21, 2023

Marli Gonçalves e sua coluna semanal


 

CRACOLÂNDIA OU TERRORLÂNDIA:

A CIDADE QUE ANDA

MARLI GONÇALVES
Cracolândia, este é o assunto de hoje. Aliás, de ontem, de amanhã, de anos a fio, sem solução e só piorando em proporções. Uma “terra” móvel, como imigrantes ao mar, só que aqui no asfalto, debaixo de viadutos, espalhada, sem salvação, nem beira de praia. Nessa terra não há cavaleiros andantes, nem moinhos ou Dulcinéias, embora alucinações por ali sejam constantes. Há um êxodo de seres se movendo para lá e para cá na Terrorlândia.

Difícil descrever com exatidão o que se vê distante nos noticiários, mas nunca tão perto para resguardar a segurança de quem produz imagens. E nenhuma sensação é tão forte quanto ver na realidade, cara a cara, passar por ali e tentar, mesmo com muito medo, deter o olhar naquelas pessoas transtornadas e deformadas que se deslocam pelas ruas do centro de São Paulo.

Atravessam ruas, se jogam diante dos carros, maltrapilhos, cobertores às costas, às vezes sobre as cabeças como tenebrosos fantasmas cinzas. Alguns dançam, com esgares, uma música silenciosa, interna, na viagem alucinada que fazem sob efeito de drogas cada vez mais pesadas, químicas, crack, K-9, misturadas ninguém sabe mais ao quê e que consomem em cachimbos, da forma que as obtêm, em pacotinhos, pinos, comprados com o que roubam, ou com a entrega muitas vezes de suas próprias roupas, com o pouco que ainda lhes resta. Parecem sempre espantar demônios. Seus corpos executam movimentos e posições inimagináveis desenhadas por delírios, expostos em gritos de bocas desdentadas, olhos esbugalhados em rostos definitivamente destruídos.

Homens, mulheres, muitas arrastando crianças, não há gênero possível de ser identificado quando todos viram zumbis e como nos filmes se juntam, quando parecem todos iguais, e são realidade. Não, não são todos iguais. Um olhar atento consegue praticamente identificar os que ali estão há tempos, os que estão no fim e os que chegaram há pouco, diariamente. Basta reparar se ainda tem cabelos, ainda um brilho no olhar, se algo limpo cobre seus corpos, muitas vezes até uma roupa de grife aponta para jovens de classe média que logo se perderão entre outros, ali no meio do lixo, jogados nas sarjetas, no meio fio, andando para lá e para cá desde que foram espalhados como infestação de baratas diante de coturnos.

De um lugar, ocupado desde os anos 90 perto da Praça da Luz, a que se costumou chamar Cracolândia, foram empurrados e se acomodando na Praça Princesa Isabel, Avenida Rio Branco, pontuada pela imponente e eminentemente de ode militar estátua de Duque de Caxias, montado em seu cavalo, atitude e espada em riste. Esculpida por Victor Brecheret, 48 metros de altura, inaugurada em 25 de agosto de 1960 o monumento fará agora 63 anos. Até 2008 era a maior estátua equestre do mundo, uma curiosidade no meio dessa tragédia humanitária diante de nosso nariz. Agora a praça está cercada.

Ali tudo ficou parecido a um enorme campo de guerra, confinado, barracas de sacos plásticos presos, famílias inteiras em situação de rua. E sempre programas e programas de nomes bonitos sendo anunciados governo após governo como solução, um depois do outro, todos fracassados: RecomeçoBraços Abertos, agora o Redenção, esse que tropeça na região há mais de quatro anos, o coturno que tirou todos da Praça e os espalhou, descontrolados, agora o fluxo levando terror ainda maior à região, sujeita a mais invasões e arrastões à luz do dia, assaltos, gangues, mortos, feridos, quebra-quebras: a Terrorlândia nasceu. Diariamente, embates com policiais e comerciantes desesperados com o fim de seus negócios, ruas inteiras dominadas.

Óbvio é que há comando superior, poderoso, na distribuição das drogas, em bancas a céu aberto, e dali só saem presos os peixes pequenos dessa terra maldita. E pululam medidas de mentes “brilhantes”, como a isenção de IPTU desenhada como a cara deles, um quarteirão sim, outro não; uma esquina, como se isso resolvesse algo e não fosse geral a lambança. Entre as tentativas mágicas das autoridades que batem cabeça e cabelo, mais uma. Agora chama, em inglês, “Hub”, o centro de tratamento mais próximo, que era Cratod (Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas).

Solução eu não tenho, infelizmente. Nem eles; e a Terrorlândia já é uma das maiores desgraças nacionais, como se ainda estivesse faltando alguma para a gente contar.
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MARLI GONÇALVES – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br


OBS: Não nos responsabilizamos pelo conteúdo dos artisgos escritos por seus respectivos autores

segunda-feira, agosto 14, 2023

Quem vai ficar com Juca? chega ao Teatro Colinas na próxima semana



A Comédia Quem Vai ficar com o Juca estará aterrizando em São José dos Campos,no Teatro Colinas entre 18 a 20 de agosto.  

Um casal em crise, rumando para a iminente separação, se depara com um dilema perturbador: quem vai ficar com Juca, o simpático doguinho caramelo que integra a família? A partir desta situação, uma série de desdobramentos surpreendentes se materializam, ao ponto do cachorro cuja guarda é disputada ganhar voz e pedir a palavra para tentar colocar ordem na casa.  É destes insólitos e divertidos acontecimentos que parte o espetáculo “Quem Vai Ficar Com Juca?”, comédia romântica que traz no elenco Ellen Rocche, Guilherme Chelucci e André Kirmayr.

 

Valor do Ingresso:

18/08 - Sexta- Feira - Inteira R$ 60,00 / Meia R$ 30,00 

19 e 20/08 - Sábado e Domingo - Inteira R$ 80,00 / Meia R$ 40,00

Sexta e sábado às 21h

Domingo às 19 h

Política de Meia entrada:

-Crianças a partir de 2 anos até 11 anos e 11 meses;
-Estudantes;
-Idosos;
-Professores da rede Pública.

*Apresentar comprovantes na entrada do evento

O Teatro Colinas está localizado na Av. São João, 2000 Shopping Colinas

Contato: (12) 3204-5236

 



Compositor Carlos Randall casa sua filha e atriz Naty Meg em SP





O matrimônio é dos momentos mais mágicos na vida de uma mulher e que certamente marcarão para sempre a união de um casal, e nesta semana, o queridíssimo compositor Carlos Randall conduziu sua filha para a realização deste sonho.
 Emocionado e orgulhoso , um dos maiores compositores da nossa música, esteve na região Sul da Capital Paulista,  no Buffet Villa das Estações,para conduzir sua filha, atriz e cantora Naty Meg.
Momentos de muita alegria para todos os convidados presentes, com a presença da pequena netinha Luna Maria.
  A cerimônia já é por si só o estado de graça e muita emoção, e um dos momentos marcantes do casamento,foi quando a belíssima noiva disse sim ao noivo e sua filha pronunciou pela primeira vez,  a palavra "mamãe".   
A decoração da festa e o Buffet foram muito elogiados pelos convidados presentes na cerimônia impecável e de extremo bom gosto.
 Os padrinhos da noiva Thaimara, Miguel, Vanessa e Clayton e os padrinhos do noivo Daiane, Hector,  Raquel e Vinícius,estavam em trajes à altura para a ocasião.
O cantor mirim Renan Alves foi o pagen da noiva e a  atriz Manuela Fernandes foi a madrinha que conduziu as alianças ao altar.
A cantora gospel Esther Marcos pegou o buquê da noiva, fechando com chave de ouro este belíssimo casamento.
O portal Celebridades In Foco deseja ao casal muitas felicidades, amor e realizações nesta nova etapa de suas vidas!

Crédito de fotos:Leonardo Vacare


 

sábado, agosto 12, 2023

Coluna semanal com Marli Gonçalves


 

CAMELÔS, MUAMBEIROS E SACOLEIROS

MARLI GONÇALVES
Eles viraram, durante e após o período que governaram o Brasil, camelôs, muambeiros, sacoleiros. Se papai vivo estivesse, estaria assistindo aos telejornais e resmungando, tenho certeza: "esses cabras são mais sujos do que pau de galinheiro", que ele não deixava por menos.

O assunto é fácil de entender claramente, e só não o fará quem estiver dopado, ensopado, enganado e contaminado pelas mentiras que nos últimos anos nos cansaram, nos deixando esgotados a ponto de, pelo menos eu, rezar para que esses nomes todos sejam esquecidos, mas parece mesmo impossível. Fatos vergonhosos, que nos atingem como Nação e como um povo que de um tudo faz para melhorar sua imagem no exterior, sempre estereotipada. Escândalos em cima de escândalos e esse último que nos chega ao conhecimento, com provas, imagens e detalhes, mostra o quanto esse grupo travestido de verde e amarelo pode ser tão, tão, tão..._______________ (vou deixar para o (a) querido(a) leitor(a) completar, porque agora, no calor, nada que me veio à cabeça para definir seria publicável em veículos de respeito. Teríamos de tirar as crianças da sala).

Não bastou o avião cheio de drogas. As motociatas pagas com dinheiro público, a ocupação, as fake news, o horror e ignorância. O negacionismo que nos atrasou e deixou que a pandemia matasse mais e durante mais tempo até que as vacinas chegassem. Não bastou os constantes e agressivos ataques às mulheres, aos repórteres, aos gays e minorias, as frases de mau gosto, aquele sorrisinho sarcástico com os olhos injetados. Aquelas continências e incontinências militares, o cercadinho, os cortes de verbas para as áreas sociais, o esquecimento de programas, a perseguição aos cientistas. Não bastou serem de direita, e acharem isso lindo. A boiada passando, queimando, corroendo nossas matas. As declarações de ministros e autoridades citando como suas frases nazistas. Um negro contra a luta pelo fim do racismo. As poucas mulheres do poder predominantemente masculino fazendo muxoxo das lutas femininas e feministas. Uma primeira dama de joelhos, terrivelmente evangélicos, entoando cantos incompreensíveis. O rosa e o azul definindo gêneros. Os planos de ficarem grudados no poder. A lista é ainda maior.

Agora surgem os aspectos deles camelôs, muambeiros, sacoleiros, formando um grupo de ação “entre amigos” ampliando em benefício próprio um gigantesco e milionário butim, que pelo que vemos ainda tem apenas uma ponta do lençol levantada. Não é igual quando a gente ganha um presentinho repetido ou que não goste e que o repasse. Trata-se de joias, pedras, relógios, objetos de luxo, esculturas folheadas que atraíram a cobiça deles a ponto de levá-los embora do país na calada do fim do ano e de governo, nas sacolas que passavam livremente nos corredores do poder. Postas à venda. Até em leilões. Embolsaram, isso, foi pro bolso, em dólares. Mais um escândalo para a nossa coleção nacional, essa sim, uma coleção que não para de crescer, governo após governo.

Daqui imagino os chefes árabes que ofertaram os presentes ao saber dessas notícias nesse momento se reunindo em suas tendas para fumar um charuto e dar boas risadas entre eles, por exemplo, no caso da palmeirinha que tentaram vender achando que suas folhagens eram de ouro, e descobrindo que apenas eram folhadas, de pouco valor. Tinha um barquinho também. Ouro de tolos. Sacudindo as joias que usam, como sinhozinhos maltas, devem rir muito do olho que esses brasileiros espicharam para os vistosos Rolex, canetas, colares, brincos que presentearam jogando como se fossem amendoins, em troca do quê ainda bem queremos saber. Ou por apenas serem esbanjadores generosos?

A polícia dirá. A história dirá. Se a Justiça punirá, e quando, e como, serão outros quinhentos. Haja ozionoterapia, agora aprovada mesmo contra todas as recomendações, e já que estávamos mesmo falando em escândalos.
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MARLI GONÇALVES – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br


OBS: Não nos responsabilizamos pela autorias escritas por nossos colunistas

quinta-feira, agosto 10, 2023