segunda-feira, maio 22, 2023

Tudo Junto e Misturado chega à São José dos Campos nos dias 10 e 11 de junho










Está chegando em São José dos Campos, a feira “Tudo Junto e Misturado” que acontecerá no Pavilhão Gaivotas, no Parque da Cidade, nos dias  10 e 11 de Junho.

O evento contará com muitas novidades dentre elas roupas, utensílios, artesanatos, acessórios, além de perfumaria, recinto de alimentação e shows musicais.

De acordo com a organizadora Fabrina Fróes , aproximadamente 200 expositores estarão trazendo tudo que você precisa e aprecia, desde artesanato, vestuário, acessórios ,comes e  bebes.

“A expectativa é grande e temos certeza que Tudo Junto e Misturado será um sucesso, porque nem sempre o consumidor encontra o que procura para sua casa ou uso pessoal. São muitas as opções vindas de diversas regiões e por isto acreditamos que o público encontrará aquilo que procura com preço bacana e variedade nas opções, além é claro no atendimento que é primordial para nós”

 

Na gastronomia o público poderá conferir as delícias do feijão tropeiro, churrasco fogo de chão, o famoso cachorro quente a Neusa que há mais de 20 anos é um dos mais requisitados da cidade , além dos hambúrgueres artesanais , torresmo dentre outros.  

No sábado terá música eletrônica e no domingo no horário do almoço o show será comandada pela banda Vally.

Lembrando também que a Marcia Renno da ONG Virei Vira Lata estará com seu brechó e terá ainda doação de Pets.

A criançada também terá um espaço kids especial à elas, com diversos brinquedos infláveis.

A entrada e o estacionamento são gratuitos.

O horário de funcionamento será das 10hs às 22hs.

O Parque Roberto Burle Max  (Parque da Cidade) está localizada na Av. Olívio Gomes, 100, em Santana. 



 

sábado, maio 20, 2023

Festival do Pastel e da Cerveja chega à São José neste final de semana








 

Temos uma ótima opção de lazer e gastronomia para este final de semana em São José dos Campos.

Acontece nos dias 20 e 21 de maio, o 1° Festival do Pastel e Cerveja, no Vale do Paraíba, que será realizado  no Shopping Jardim Oriente, região Sul da cidade.

Os sabores também são apetitosos, dos tradicionais queijo e carne aos de recheios inusitados como de bobó, salmão com cream cheese, costela com alho poró, paleta suína, carne maluca com queijo e muito mais. E também, com opções doces como: nutella com morango, chocolate, chocolate com banana, entre outros.

O Festival do Pastel conta com outra novidade: as massas saborizadas com pimenta, ervas finas, alho, espinafre, beterraba, cacau. Todas estas novidades com preços atrativos, que cabem no bolso, a partir de R$12.

De acordo com a assessoria de imprensa, outras opções na praça de alimentação do Festival estarão disponíveis como: vatapá, hambúrgueres, lanches, lanche árabe, costela, angus, tortilhas, espetos, torresmos, salgados variados, açaí, churros, doces caseiros, caldo de cana, sucos, drinks, chopes de cervejarias muitos conhecidos por quem aprecia a bebida.

O 1° Festival do Pastel e Cerveja do Vale do Paraíba é um evento que será realizado paralelamente ao do Mercado Místico, ambos são organizados pelos empresários da Art Shine Promoções e Eventos.

Funcionamento: Neste sábado, das 12h às 21h e no domingo, das 12h às 20h, no estacionamento do Shopping.

A entrada e o estacionamento são gratuitos.

O Shopping Oriente está localizado na  Rua Andorra, 500, Jd. América.

Maiores Informações pelo:.  www.shoppingjardimoriente.com.br   






A Fada do tema e a tosse com Marli Gonçalves


 

A FADA DO TEMA E A TOSSE

MARLI GONÇALVES
Bem sei o quanto tema é o que não falta neste nosso Brasil, nesse nosso mundo, planeta, Universo. Alguns só para citar aqui e ali, conversa de botequim, de tempo, de oi no elevador. Ou são muito chatos. Ou baixo astral. Ou, ainda, algum tema sobre o qual fica difícil opinar sem tomar bordoadas de uma ou outra direção nesse país dividido, e quando se tem uma opinião divergente das correntes.

Um amigo escritor acaba de me escrever, respondendo se iria me mandar artigo para publicação no nosso site Chumbo Gordo, e sem querer acabou foi me apresentando um personagem que adotei para o meu próprio imaginário: a fada do tema. Na resposta, ele dizia não acreditar em fadas que o fizessem escrever, pelo menos não agora, hoje.

Mas eu acredito em fadas, embora elas não puxem meu enorme dedão do pé como fazem os duendes da Xuxa. Mas para você acreditar também, preciso que pare para pensar o quão difícil é escrever, aliás escolher sobre o que escrever, assombroso drama dos cronistas, articulistas e colunistas, alguns tendo de produzir genialidades com frequência até bem maior do que a minha, que planejo como hábito sempre uma vez por semana, na sexta-feira. Temas existem, estão por aí à nossa volta, gritando em nossos ouvidos, muitas vezes sugeridos por leitores. Mas, e cadê a vontade de escrever sobre eles? É necessário que um bichinho seja ativado em nosso cérebro para que comecemos a batucar as pretinhas (olá, são as teclas!), como costumamos chamar em jargão de imprensa. Não é fácil não.

Como começar, por onde começar, para onde levar palavras, pensamentos, opiniões, informações. Lembro que nos tempos de redação no Jornal da Tarde - e as redações de jornal ainda eram lugares amigáveis - quando tínhamos algum desses apagões de por onde começar chamávamos um amigo para brincar de “Stop”, lembra qual é? Aquela que a gente fica pensando no alfabeto, a, b, c, d... até que o Stop! interrompa. A letra que saísse era como começaria a reportagem ou a notícia que redigíamos. Sempre dava certo. O problema era quando caia em “X”, “Y”, “Z”, “W”, mas sempre dávamos um jeito. Se precisar de inspiração para começar, use essa dica. Especialmente se não acreditar em fadas.

Escrevo, religiosamente toda semana desde outubro de 2008, e o que dá até agora mais de 750 artigos e crônicas que, publicados em sites e jornais de todo o país, replicados pelos queridos leitores, já contemplaram toda sorte de temas, de comportamento, cotidiano, liberdade, imprensa, luta das mulheres e em alguns anos, como os últimos quatro que se passaram sob o comando do ser estranho, a política foi o tom. Nem sempre é possível buscar a suavidade, a ironia ou o humor exigido pela crônica, esta forma que exige alguma leveza, tema e título atraente que te chame para seguir junto comigo o pensamento.

Precisa de certo bom humor, que não é bem o cotidiano de quem batalha diariamente pela sobrevivência. Precisa de energia e saúde – e o que nestas duas últimas semanas não está sendo bem o caso. Tosse não ajuda.

Eu estou, e pelo que sei, junto com mais por aí uma torcida do Corinthians, estamos todos acometidos de uma coisa, mudança de estação, tempo seco, planeta doido, e que não é gripe, não é Covid, mas traz uma insuportável tosse seca (que nos acorda para acontecer também de madrugada), pega a garganta, detona a voz. Até falar ao telefone vira tarefa hercúlea.

Tudo isso explica porque esta semana apelei mesmo foi para a fada do tema. Escrever de novo sobre os movimentos erráticos de Lula, ou do seu antecessor que pula fogueiras para fugir das responsabilidades de tudo e tanto o que aprontou? Sobre a escalada da violência urbana que tem dias dá medo até de chegar na janela? Sobre a impunidade que nos assombra, a miséria do descompasso social, os feminicídios que se multiplicam? Sobre este perigoso centralismo de decisões que têm escorrido da Justiça e que um dia pode se virar contra todos nós? Sobre guerra? Sobre a ignorância e escalada de moralismo hipócrita? De novo?

Hoje não. Me deixa melhorar, ao menos parar de tossir. Aliás, há alguns autores que garantem que a tosse - na linguagem do corpo - pode ser sinal de uma raiva que “não sai da garganta”. Pensa aí o quanto esses assuntos nos assombram, nos fazem mesmo muito mal. Tanto que muitas vezes não conseguimos nem falar sobre eles. Muito menos escrever.
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MARLI GONÇALVES – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

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quarta-feira, maio 17, 2023

Douglas Ribeiro de Guarapuava para a realização do seu sonho na Capital Paulista






















Simpatia e um artista de ouro que esta em busca de seus sonhos.

Douglas Ribeiro, o nome que chegou para ficar!

Uma das maiores revelações como compositor da música brasileira , que vem despontando com destaque em algumas mídias pelo País e nós do portal Celebridades In Foco, aproveitamos um dia de seu descanso e conversamos para saber um pouco mais sobre este grande artista, que pretende realizou seu sonho em vir para a Capital Paulista, vindo da pacata cidade de Guarapuava, interior do Paraná.

Douglas Ribeiro abriu seu coração e contou a reportagem do portal  que desde os 17 anos ele tem o sonho de ingressar na carreira artística e iniciou suas composições muito jovem ,tendo atualmente mais de 42 composições de sua autoria.

Com um futuro promissor , o compositor e cantor participou dos programas Brasil em Ação na TV Cinec, Programa Laura Salles, além do programa do querido Marquito, Programa Fumaça do Ratinha, a Primeira Hora na Tv Tarobá de Cascavel no Paraná e do Programa do Ratinho, diretamente do SBT para o Brasil e o mundo.  



sábado, maio 13, 2023

Ídolos e o sobe e desce com Marli Gonçalves


 


Ídolos sobem aos céus e descem ao inferno, na morte e na vida. Sofremos como se fossem da nossa família quando se vão; razoável, porque devemos a eles muitos aspectos de nossa própria existência construída pela admiração, exemplos bons ou maus que imitamos. Suas vidas se misturaram às nossas.

Para quem já viveu um pouco mais, os últimos tempos têm sido de grandes perdas de ídolos importantes que acumulamos, acompanhamos durante décadas e aprendemos a admirar e seguir. Não como se segue hoje qualquer babaca em redes sociais, muito mais especulando fotos ou fofocas, opinando em suas redes, cancelando-os quando decepcionam, tentando nos meter em suas vidas amorosas, na forma como se vestem e até em suas opções políticas. E eles, sempre, tentando nos vender algum produto.

Ídolos eram muito mais inatingíveis, íamos aos seus shows adorá-los, tínhamos meras esperanças de um dia encontrá-los pelas ruas, conseguir um autógrafo. Quiçá uma foto, um beijo, um abraço. De alguns eram arrancados pedaços de roupa, fios de cabelo, tudo guardado em caixinhas inconfessáveis. Para outros até se arremessavam calcinhas, bichos de pelúcia. Tentávamos saber onde estavam, e ali nas portas de verdadeiros plantões encontrávamos outros “iguais” para trocar figurinhas durante a vigília. Lembro de muitas peripécias feitas por alguns ao longo dessa longa vida. Há uma magia nisso.

A morte de Rita Lee esta semana abalou geral e o incrível é perceber que foram lágrimas de todas as gerações e que foi o seu histórico revolucionário em costumes o mais recordado, especialmente como mulher à frente de seu tempo, corajosa e libertária, abrindo caminhos. Teve gente que chiou muito porque nessa memória apareceram também aspectos como o uso de drogas e álcool, bobagem, como se na hora da morte devesse ser apagada a verdadeira existência de quem durante tantos anos seguimos, inclusive praticando os mesmo erros muitas vezes. A expressão “sentar no próprio rabo” cai bem nos puritanos.

Ídolos de verdade não são perfeitos, e creio que por isso mesmo é que os adotamos, quanto mais próximos são de nós mesmos, de nossas imperfeições ou desejos. Não são santidades puras e cândidas, que essas encontramos em igrejas. Nos nossos ídolos procuramos coisas externas, os escolhemos para ver até onde vão dar seus hábitos, esquisitices. Eles acabam avançando em paralelo às nossas vidas. Se fazem músicas, são elas e suas letras que marcam indeléveis fatos de nossas histórias, e ao ouvi-las não há como deter a memória, a emoção, a alegria ou mesmo a tristeza desses momentos. Podem passar décadas e isso acontece. Rita Lee e sua carreira longeva é um dos maiores exemplos de alguém que caminhou ao nosso lado, da rebeldia total ao amor, da juventude ao envelhecimento, da saúde invejável a como conviveu serena com a terrível doença até o fim. Ela nos contou sempre tudo. Escreveu tudo. Disse tudo.

Mais: pareceu deixar preparados também todos os aspectos de sua partida. Até a escolha do genial lugar para o velório, o Planetário do Parque Ibirapuera, ali, entre o céu e as estrelas. Evitando assim, além de políticos hipócritas presentes, o horror dos velórios no frio branco do mármore do gigantesco salão da Assembleia Legislativa, onde normalmente são veladas as personalidades em São Paulo.

À esta altura já perdi a conta de quantos de meus ídolos já se mandaram; alguns até hoje teimo em não acreditar e fazer de conta que ainda estão por aqui. Porque eu estou por aqui e trago em mim muitas das coisas que neles admirei, segui, aprendi, fiz bobagem junto, cantarolei ou dancei.

Daí não poder deixar de dar uma boa reclamada sobre essa mania cada dia mais insuportável de que todo mundo é “influencer”, famosinho, “mito”, etc. etc. porque têm alguns “seguidores”, entre eles muitos até com milhares de robôs ou nomes fantasminhas comprados de alguma agência de marketing de influência.

Ídolo, minha gente, é coisa séria, não dá em árvore como essas novidades que aparecem (e também na mesma desaparecem) todos os dias postando o que comem, quem beijam, os seus escandalosos recebidinhos que elogiam sem qualquer cuidado, como se eles próprios usassem mesmo aquelas coisas. Fazem boca de pato, posam ao lado de carrões, barcos e aviões, andam por aí com fotógrafos a tiracolo que registram seus passos como se fossem naturais, mucamas e escravos os servindo e abanando seus calores. Podem ser perigosos, especialmente quando tentam acreditar que são ídolos. Ou mitos. Milionários e de pés de barro.

Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa. Ídolo deixa história, é ícone. Mitos, a gente bem sabe o perigo que carregam.
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MARLI GONÇALVES – Jornalista, consultora de comunicação, editora do Chumbo Gordo, autora de Feminismo no Cotidiano - Bom para mulheres. E para homens também, pela Editora Contexto. (Na Editora e na Amazon). marligo@uol.com.br / marli@brickmann.com.br

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sexta-feira, maio 12, 2023

Fio Nativo: Marca joseense de meia-calça inaugura quiosque no Vale Sul Shopping




 


 

"Conforto, leveza dos fios e resistência", conheça a marca de meias e meia-calças criada para mulheres brasileiras

 

Na última quinta-feira (27), chegou no Vale Sul Shopping a Fio Nativo, uma nova marca de meias e meia-calças que oferece uma ampla variedade de modelos, desde meia-calça arrastão, meias invisíveis, meia sapatilha, meias térmicas, todas com foco no conforto, leveza dos fios e resistência.

 

O quiosque da Fio Nativo está localizado no novo corredor do Vale Sul Shopping, onde fica exposta toda a variedade de peças da marca. Pensadas para as mulheres brasileiras e o clima tropical, as opções disponíveis das meias mostram a preocupação da marca em estar sempre atualizada com as tendências de moda, atendendo a necessidade de cada uma de suas clientes.

 

Desde meia-calça de ballet até meias de alta compressão, a marca se preocupa em oferecer produtos que valorizem a beleza e o conforto feminino. "Ecologicamente as meias não possuem processo de tinturaria em sua fábrica, além de todo o seu tecido ser reciclável e reutilizável, a marca se preocupou em ser ecologicamente correta trazendo embalagens recicláveis e de reflorestamento, utilizando o mínimo de plástico possível" , disse Juliana Rodrigues, fundadora da marca.

 

A Fio Nativo oferece meias para todos os estilos, ocasiões e estações, seja para o dia a dia ou para uma ocasião especial.

 

Mais sobre a Fio Nativo

 

A Fio Nativo traz modelos de meia-calças arrastão, modeladora, de alta compressão, ballet, meias criadas com designers, estampadas, soquetes, invisíveis, segunda pele e muito mais. "Qualidade, durabilidade, conforto, estilo e luxo definem o poder de ser Fio Nativo" , conclui Juliana Rodrigues que se orgulha de idealizar e lançar mais uma marca brasileira no mercado, valorizando o produto nacional e tendo sua primeira unidade em São José dos Campos, uma cidade que cresce e que valoriza o empreendedorismo.

 

O Vale Sul Shopping fica localizado no Av. Andrômeda, 227, São José dos Campos. De segunda à sábado de 10h às 22h. Já no domingo, 12h às 20h

 

quarta-feira, maio 03, 2023

Andreza emplaca mais um grande sucesso na música sertaneja




 



Carisma, autenticidade e uma voz que canta e encanta.

 São Paulo é a cidade da arte urbana, mas também revela

artistas que enaltecem a cultura do interior do país.

Andreza é natural da capital a dona de uma das vozes mais afinadas do

sertanejo.

A artista filha de mineiros,se interessou pela música.

Aos 12 anos, improvisava um palco e se apresentava na garagem de casa para os amigos e familiares.

O primeiro contato com o palco de verdade foi dançando no

grupo infantil “Pipoquinha e suas poquetes”. Passou a estudar canto e participar de festivais nas noites de São Paulo.

Aos 16 anos, de forma independente, lançou o primeiro CD com músicas de todos os gêneros, entretanto foi no forró que ficou conhecida. ‘Andreza - a princesinha do forró’ .Desde então, Andreza trilhou o seu caminho pela música e gravou outros projetos.

Em 2015, aceitou o desafio que queria muito, estrear no sertanejo com o projeto do CD “Prá viver você”, logo depois de dois anos veio o trabalho “Caminhos”. Um grande destaque desse álbum é a música “Não tá com nada” - umas das mais pedidas em suas apresentações e a curiosamente a queridinha do apresentador Silvio Santos que se encantou ao ver Andreza cantando pela 1ª vez. O que lhe rendeu outros convites no programa da emissora do SBT.

Em 2018, Andreza lançou o álbum “Interior”. A música “Covardia” e a divertida faixa“Esse gordinho é meu”, são os principais destaques desse trabalho, tanto nas rádios,quanto nas plataformas digitais. Andreza passou a pandemia se aperfeiçoando e trabalhando bastante em suas redes sociais, quis ser ainda mais conhecida, só que desta vez fora dos palcos. Ela também realizou lives e disponibilizou conteúdos diariamente.

Neste ano voltou com tudo aos palcos e com novidades para os fãs, com o

lançamento da faixa “Fazendo Chantagem”.

O mais recente sucesso da artista se chama “Película de Vidro”, composta por Elan Rubio, Marcello Henrique, Thamara Castro e Bruno Sucesso, a novidade foi cantada

no rodeio de Barretos, em 2022, e mostra sua força no refrão chiclete “Eu queria ser você, que faz amor sem amar, que nem sabe o que é sofrer”.

Andreza também comanda o Boteco dos Brutos diretamente da cidade de São José do Rio Preto, interior de São Paulo. O programa é ao vivo, todas às terças-feiras.

Dona de uma simplicidade sem igual a cantora confia seu futuro nas mãos de Deus e tem a característica de subir no palco e surpreender com seu jeito irreverente e perfeita afinação. Muitas novidades estão por vir e certamente seu nome será ouvido e conhecido por todo Brasil.

 

Rede social

Instagram:@andrezaoficial

Facebook: Andreza Oficial